Superman – O Retorno
Brandon Routh como ele mesmo, sem lentes de contato!
Depois de relutar tanto tempo para assistir o filme, pois gosto dos antigos, com coloração perfeita e efeitos ótimos da época eram o que mais nos emocionavam.
Primeiro o ator escolhido Brandon Routh que é o Superman, nunca teve olhos azuis, tal como o antigo ator Reeves. A diferença é gritante em várias cenas onde os olhos estão próximos a camera. Percebe-se péssimas lentes de contato no estilo das vagabas “Bauch & Lomb”, coisas de R$ 80,00. Com certeza foram elas que impediram a bala de entrar em um de seus olhos. Como o Superman descobre que a criança, filho de Louis Lane (aquela que não tem nenhuma expressão artística) o menino também tem olhos azuis, porém verdadeiros. Para não ficar de fora e não dizer que “pulou a cerca” com o homem de aço, o marido de Louis o excelente ator que fez Ciclope na saga X-Man também utiliza feias lentes azuis.
Grande jogada de marketing em dizer que Brandon Routh é super dotado, até mesmo na vida real. E que utilizaram digitalização para não chocar os telespectadores com sua roupa colante, pois ele iria aparecer como se tivesse uma beringela sobre o super uniforme. Nada disso, pode-se perceber que em várias cenas ele se move e no local do “super pau” nada existe. Senão um tapa sexo sob o uniforme. E o ator fica mais para “capô de fusca” do que super dotado.
A capa, linda e vermelha como sempre, de couro pesado não se move como antigamente: ao flutuar em descida ela não se levanta pelo vento ao contrário. Grande erro.
Os lindos e sensuais vôos do antigo superman que nos deixavam com inveja na época foram trocados por vôos supersônicos, e ele se transforma na antiga e poderosa Forminga atômica.
Realmente, nada como um filme antigo, porém que nunca será esquecido de nossas mentes. Deve ser por isso que Superman Returns não fez a bilheteria que deveria. Encalhou nos cinemas e logo saiu de circulação.
Feliz foi Lex Luthor que nesta edição fez mais sucesso que o próprio Superman.
Um fiasco de produção.
Empresas faturam com mentira sobre Bonner e Fátima
A mentira começou em Juiz de Fora cerca de três meses atrás, ganhou pernas e já está atravessando o Estado. Desde então, muita gente está faturando mais nos negócios desde que surgiu o boato de que William Bonner e Fátima Bernardes haviam comprado duas unidades (inclusive a cobertura) em um determinado empreendimento imobiliário na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais.O autor do boato foi mais longe: além de divulgar a compra dos imóveis, também informou que o casal já havia, inclusive, matriculado os filhos numa determinada escola particular na cidade. Deu o nome da escola, claro.O caso não pára aí: segundo a “fonte”, Bonner e Fátima, novos moradores de Juiz de Fora, agora estavam se locomovendo diariamente de Juiz de Fora ao Rio, para apresentar o “JN”, em um helicóptero alugado. Agora vamos ao mundo real: a história não passa de uma fantasia, uma cascata. Mas teve os resultados “esperados”: as unidades do prédio “beneficiado” com a fictícia presença do casal ilustre, no bairro Paineiras, tiveram um aumento de procura incrível nos últimos meses, e rapidamente inflacionaram seu preço; a escola citada como a “dos filhos do Bonner” também se deu bem, pois ganhou propaganda gratuita no boca a boca. Até uma empresa de aluguel de aeronaves na região tirou uma lasquinha.
“A história é uma maluquice”, afirma Bonner, que nega qualquer negócio na cidade. Ele afirma que chegou a desmentir o caso formalmente a um jornal local, que publicou o boato, mas diz que pouco adiantou. O boato continua se espalhando e é dos assuntos mais comentados em Juiz de Fora. E as pernas da mentira esticam cada vez mais: o helicóptero alugado já havia se transformado em um “jatinho particular” do casal no último final de semana.
O jornal que publicou o boato chegou a “dedurar” que a fonte da informação era o próprio prefeito da cidade, Alberto Bejani (PTB). Por meio de sua assessoria, o prefeito negou veementemente a acusação. Disse que apenas “ouviu falar” do caso, como “todo morador da cidade”, mas que jamais divulgou a história “oficialmente”.
